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Revista Brasileira de Fisioterapia
Volume: 8 - 2004 Número: 1
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| Autores: |
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Albertin, L. M.
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| Resumo: |
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O presente trabalho teve por objetivo identificar o tempo de estimulação mais adequado na aceleração do reparo ósseo, estabelecendo como tempos de aplicação a serem estudados: 5, 10, 20 e 40 minutos diários, comparando-os entre si e com grupo-controle submetidos a recuperação espontânea, e identificar se há relação positiva entre o tempo de exposição e o ciclo de trabalho proposto neste protocolo de intervenção, otimizando-se o método ultra-sônico proposto, tendo por base os estudos iniciados por L. R. Duarte, em 1977. No experimento, utilizou-se como instrumento estimulador um gerador de ondas ultra-sônicas, com o qual pode-se variar parâmetros, como largura de pulso, freqüência de repetição e amplitude da onda ultra-sônica. O estudo foi realizado em osteotomias experimentais do osso rádio de coelhos adultos da raça Nova Zelândia. O tempo de exposição ao ultra-som variou de 5, 10,20 e 40 minutos diários por um período de 15 dias, tendo sido fixados os outros parâmetros, como largura de pulso em 50 µs, freqüência de repetição em 500 Hz e amplitude em 30 v (pico a pico). Os resultados foram avaliados com base em análises radiológicas, exames histológicos e análise morfométrica do calo ósseo, dos grupos controle e experimental. Pode-se concluir que, com exceção do tempo de 5 minutos, a estimulação pelo ultra-som provocou aumento da ossificação do calo ósseo. O tempo mais longo utilizado, 40 minutos, foi o mais eficiente para a consolidação da falha óssea, considerados os parâmetros ultra-sônicos citados. |
| Palavras-chave: |
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ultra-som, osso, fratura, coelho, osteotomia. |
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| Autores: |
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Brito, R. N., Roesler, H., Haupenthal, A. e Souza, P. V.
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| Resumo: |
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Esta pesquisa exploratória teve por objetivo analisar os parâmetros da marcha em ambiente aquático em dois níveis de imersão: quadril e joelho (1,1 e 0,6 m), quando comparada ao ambiente terrestre. Participaram desta pesquisa 11 sujeitos com idade entre 15 e 28 anos, de ambos os gêneros. Realizaram a marcha em uma passarela de 3,65 metros de comprimento e 0,5 metro de largura. Duas plataformas de força subaquáticas foram colocadas na passarela para a aquisição das forças de reação do solo e pesagem dos sujeitos. Foram adquiridas no total 220 curvas de força vertical de reação do solo por intermédio da plataforma para cada uma das três situações: fora e dentro d'água nas profundidades que correspondem, aproximadamente, aos níveis do quadril e do joelho. O valor médio da força, normalizado pelo peso corporal (N/PC), do primeiro e segundo picos de força foi de: 1,03 N/PC fora d'água, 0,88 N/PC no nível do joelho e 0,43 N/PC no quadril. No pico mínimo os valores foram: 0,87 N/PC fora d'água, 0,76 N/PC no nível do joelho e 0,37 N/PC no quadril. Analisando as curvas qualitativamente, foi constatado que conforme aumenta o nível de imersão vão sendo alteradas as características da curva de força de reação do solo (primeiro pico, segundo pico e pico mínimo), levando a forma da curva à semelhança da figura de um trapézio. Essas alterações no ciclo da marcha são importantes para a prescrição de tratamento para um indivíduo que não consiga suportar todo o peso corporal e deva iniciar seu processo de recuperação funcional terapêutica, pois com a redução das forças verticais o indivíduo terá maior segurança para a fase inicial de treinamento da marcha. |
| Palavras-chave: |
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biomecânica, plataforma de força, marcha humana em ambiente aquático, fisioterapia aquática. |
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| Autores: |
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Camargos, F. F. O., Lana, D. M., Dias, R. C. e Dias, J. M. D.
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| Resumo: |
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Há evidências de que a propriocepção e o desempenho funcional tendem a declinar nos idosos saudáveis e essa tendência é ainda maior nos idosos com osteoartrite (OA). O objetivo deste estudo foi verificar se havia diferença quanto à propriocepção e à função entre um grupo de 11 idosos assintomáticos (GASS) e 11 com OA de joelhos (GOA). A propriocepção foi avaliada por meio de um dinamômetro isocinético e o protocolo consistiu de um teste de reposicionamento ativo a 20° e 40° de flexão de joelhos, em cadeia cinética aberta. O desempenho funcional foi avaliado pelos testes de velocidade auto-selecionada de marcha e subida e descida de escadas. Para caracterizar a amostra foram usadas variáveis clínicas e para avaliar a gravidade da doença, o Índice de Lequesne. Os dados foram analizados utilizando-se o teste não-paramétrico de Mann-Whitney U. A maior proporção do GOA apresentava OA leve, segundo o Índice de Lequesne. Houve tendência do GOA a apresentar maior déficit proprioceptivo comparado ao grupo assintomático, apesar dessa diferença não ter sido estatisticamente significativa (p = 0,056 e p = 0,134 para 20° e 40°, respectivamente). Os indivíduos com OA de joelhos foram mais lentos nos três testes funcionais (p = 0,003, P = 0,000 e p = 0,000 para velocidade de marcha, subida e descida de escadas, respectivamente). Concluímos que os indivíduos com OA leve de joelhos apresentam déficit funcional e tendência à redução da acuidade proprioceptiva em relação aos idosos saudáveis. A intervenção precoce da fisioterapia pode contribuir para prevenir a progressão dos déficits de propriocepção que têm impacto negativo sobre o desempenho funcional. |
| Palavras-chave: |
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idosos, osteoartrite, propriocepção, desempenho funcional, Biodex. |
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| Autores: |
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Guirra, R. R. J., Silva, C. A., Farti, F. e Cancelliero, K. M.
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| Resumo: |
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O objetivo deste estudo foi avaliar o conteúdo de glicogênio (GLI) dos músculos sóleo (S) e gastrocnêmios branco (GB) e vermelho (GV) normais e desnervados, as concentrações plasmáticas de glicose, ácidos graxos livres (AGL) e lactato, além do peso muscular de ratos machos, submetidos à estimulação elétrica (EE) percutânea (f = 10 Hz; i = 5 mA; fase = 3 ms, 20 min/dia, por 30 dias alternados) associada ou não à metformina (MET, 1,4 mg.ml-1). A glicemia e o AGL foram determinados por testes laboratoriais e o GLI, pelo método fenol sulfúrico. Para análise estatística foi fixado o nível crítico de 5% (p < 0,05). A desnervação reduziu 40,91% o GLI no S, 60,61% no GV e 38,77% no GB. O tratamento isolado com MET promoveu elevação de 250% no S controle (C) e 34,61% no S desnervado (D); 184,61 % 110 GVC e 91,30% no GVD; e 226,53% no GBC e 166,66% 110 GBD. Por sua vez, a EE elevou em 111,36% o GLI no SC e 103,84% no SD; 41,54% no GVC e 147,83% no GVD; 114,28% no GBC e 153,33% 110 GBD. O tratamento associado (MET+EE) promoveu elevação de 279,54% no SC e 150% no SD; 184,61% 110 GVC e 165,22% no GVD; 285,71% no GBC e 163,33% no GBD. A desnervação promoveu redução de 43,73% na massa muscular do S. Observou-se que não houve alterações nas concentrações plasmáticas de glicose, AGL e lactato. O estudo mostra que tanto a EE quanto a MET mantêm o perfil metabólico dos músculos analisados, no entanto, não foram suficientes para impedir a perda de massa muscular. |
| Palavras-chave: |
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glicogênio, metformina, desnervação, estimulação elétrica. |
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| Autores: |
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Kirkwood, R. N., Culham, E. G. e Costigan, P.
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| Resumo: |
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A localização do centro de rotação do quadril é importante na análise dos dados cinemáticos da marcha. Métodos acurados para localização do centro da articulação envolvem técnicas invasivas e de alto custo. O objetivo deste trabalho foi obter ângulos no quadril durante a marcha, usando quatro métodos não-invasivos de estimar o centro de rotação do quadril, e comparar com os ângulos obtidos usando a técnica radiográfica QPR. Dez sujeitos sadios, entre 57 e 73 anos de idade, participaram do estudo. As técnicas não-invasivas usam distâncias entre proeminências ósseas localizadas na pelve e no quadril para estimar o centro de rotação do quadril. As radiografias no plano frontal obtidas usando o QPR fornecem com precisão a localização do centro de rotação do quadril nas direções médio-laterais e próximo-distais. O método mais acurado de estimar a localização do centro de rotação do quadril foi determinado localizando o ponto médio de uma linha conectando a espinha ilíaca direita ânterior-superior e a sínfise púbica, e movendo essa linha 2 cm inferiormente. Essa técnica estimou o centro de rotação do quadril 0,7 em medial e 0,8 cm superior a sua localização, como determinado pela técnica do QPR. Os ângulos obtidos no quadril durante o ciclo da marcha usando esse método gerou erros inferiores a 2° em cada plano, quando comparado com o QPR. OS resultados deste estudo indicam que esse método não-invasivo é de baixo custo e válido para estimar o centro de rotação do quadril em estudos de análise de marcha. |
| Palavras-chave: |
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cinemática do quadril, análise da marcha, radiografia, ângulos, medidas, técnicas não-invasivas. |
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| Autores: |
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Melo de Paula, G., Molinero de Paula, V. R., Almeida, G. J. M., Machado, V. E. I., Baraúna, M. A. e Bevilaqua-Grosso, D.
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| Resumo: |
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A dor anterior do joelho (DAJ) se caracteriza por uma dor em geral não específica presente de forma difusa, com possibilidade de irradiação para a região poplítea. Seu início geralmente é insidioso, podendo aumentar ao subir e descer escadas, durante a prática de atividade física, na manutenção por prolongado período de flexão do joelho ("sinal do cinema") e posição de agachamento, podendo também ser acompanhada de pseudobloqueios. Vários autores correlacionam a DAJ com o aumento do ângulo "Q". No entanto, esse fator etiológico tem sido questionado, principalmente por essa medida ser estática. Assim, o objetivo deste trabalho foi correlacionar a dor anterior do joelho com o ângulo "Q" por intermédio da fotometria computadorizada. Foram estudados 58 joelhos de 29 indivíduos, com faixa etária compreendida entre 15 e 34 anos (x = 22,11, sd = 4,1), divididos em dois grupos: grupo A, composto por 11 indivíduos (22 joelhos) que apresentavam episódios de dor bilateral, e grupo B, composto por 18 indivíduos (36 joelhos) sem nenhum episódio de dor. Para a correlação entre os índices de dor e a medida do ângulo "Q" nos joelhos dos indivíduos sintomáticos, foi aplicada a prova do Coeficiente de Correlação por Postos de Spearman, a qual verificou como resultado, dentro das condições experimentais utilizadas, correlação direta negativa entre o aumento dos valores do ângulo "Q" e a presença da dor anterior no joelho. Dessa forma, quando analisado de maneira isolada, o aumento do ângulo "Q" não deve ser considerado fator etiológico da DAJ. |
| Palavras-chave: |
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fotometria computadorizada, ângulo "Q", dor anterior do joelho. |
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| Autores: |
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Parreira, V. F., Coelho, E. M., Tomich, G. M., Alvim, A. M. A., Sampaio, R. F. e Britto, R. R.
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| Resumo: |
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O objetivo deste estudo foi avaliar a influência da posição corporal no volume corrente e na configuração toracoabdominal durante o uso de dois diferentes espirômetros de incentivo (EI), um orientado a volume (Voldyne) e outro a fluxo (Triflo II). Foram estudados 20 participantes saudáveis, com conhecimento prévio da técnica de espirometria de incentivo. Foram medidos, por meio da pletismografia respiratória por indutância calibrada, volume corrente (Vc), ventilação minuto, freqüência respiratória, porcentagem do tempo inspiratório em relação ao tempo total do ciclo respiratório, fluxo inspiratório médio e contribuição da caixa torácica (%CT/Vc) e do abdome (%AB/Vc) para o volume corrente. Essas variáveis foram registradas durante períodos de baseline e de uso dos EI, na posição supino a 30° e a 45° de inclinação da horizontal. A análise estatística foi realizada por meio do teste ANOVA, com o pós-teste Contraste. Os principais resultados foram: aumento significativo do Vc durante os períodos de espirometria, independente do espirômetro de incentivo utilizado ou da posição corporal, e diminuição da %AB/Vc nos períodos de espirometria em relação aos períodos de baseline, exceto durante o uso do Voldyne a 30°, em que não houve diferença significativa na configuração toracoabdominal. A influência da posição corporal na configuração toracoabdominal, comparando-se 30° e 45°, só ocorreu durante o uso do Voldyne, sendo que a %AB/Vc foi maior a 30°. Comparando-se os EI, houve maior %AB/Vc com o uso do Voldyne, em ambas as posições. Os resultados do presente estudo sugerem que há influência da posição corporal sobre a configuração toracoabdominal, não havendo, entretanto, sobre o volume corrente. |
| Palavras-chave: |
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espirometria de incentivo, fisioterapia respiratória, pletismografia respiratória por indutância, posição corporal, configuração toracoabdominal. |
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| Autores: |
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Polacow, M. L. O., Pires-de-Campos, M. S. M., Leonardi, G. R., Carvalho, L. S., Ribeiro, M. C. A. P. e Montebello, M. I. L.
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| Resumo: |
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O objetivo deste trabalho foi estudar o efeito do ultra-som na permeação cutânea do tiratricol, fármaco lipolÍtico muito utilizado no tratamento mesoterápico para celulite. Trata-se, porém, de método invasivo, razão do interesse pela aplicação tópica. Os tratamentos tópicos foram realizados no dorso de cinco suínos (Landrace x Large White), machos, com 50 dias, em áreas de 8 cm2: C - controle, G - gel (carbopol 940®, G+US - gel + ultra-som, G+ T - gel + tiratricol (20 mg/3 g de gel), G+ T +US - gel + tiratricol + ultrasom, eM - mesoterapia, tratados diariamente por 15 dias. O protocolo do US foi: 3 MHz, 0,2 W/cm2, contínuo. Após processamento histológico em parafina com coloração por HE, usando-se ocular milimetrada (Zeiss), foram feitas medidas histométricas da pele, analisadas pela ANOVA com teste F e teste de DUNNET a 5% (p < 0,05) de significância. Essa análise mostrou espessamento na epiderme, em razão do poder hidratante do gel, o que não ocorreu no tratamento com mesoterapia. A hipoderme das áreas tratadas por mesoterapia sofreu redução significativa em sua espessura (33,8%, p < 0,05), assim como as áreas tratadas por gel + tiratricol + US (23,5%, p < 0,05), o que não ocorreu com o tiratricol isoladamente (6,08%, p > 0,05). Conclui-se que o US aumentou a permeação do tiratricol. |
| Palavras-chave: |
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ultra-som, tiratricol, fonoforese, suíno. |
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| Autores: |
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Ramos, D., Ramos, E. M., Jardim, J. R., Faresin, S. M. Saldiva, P. H., Macchione, M. e Tigre, E.
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| Resumo: |
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A aerossolterapia é utilizada com freqüência no tratamento das alterações do aparelho mucociliar, entretanto, até hoje não há provas significativas de seus efeitos. Este estudo analisou amostras de muco brônquico expectorado por 12 bronquiectásicos submetidos a inaloterapia com N-acetilcisteína (NAC 10%), salina hipertônica (SH 1,5%), salina isotônica (SI 0,9%) e água destilada (AD). Para analisar as propriedades do muco brônquico foram realizadas a mensuração do ângulo de adesão do deslocamento do muco na máquina simuladora da tosse e a velocidade de transporte em palato isolado de rã, além da quantidade de muco expectorado, pela análise do peso úmido e pela relação peso seco/peso úmido. Não foram verificadas diferenças significativas (p < 0,05) quando comparadas as substâncias estudadas para as variáveis espirometria, relação peso seco/peso úmido, ângulo de adesão e medida de deslocamento do muco na máquina simuladora da tosse. Porém, ao serem analisadas cada uma separadamente em relação aos períodos antes, após e 60 minutos do término da sessão foram encontradas diferenças para as variáveis peso úmido, na máquina simuladora da tosse e transporte em palato isolado de rã. A solução salina hipertônica (1,5%) determinou redução significativa (p < 0,05) na quantidade de muco expectorado após 60 minutos da inalação (6.80), porém de melhor transportabilidade. A Nacetilcisteína (NAC 10%) promoveu aumento significativo (p < 0,05) na quantidade de muco expectorado, associado à tendência de pior transportabilidade. |
| Palavras-chave: |
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aerossolterapia, muco brônquico, acetilcisteína, salina isotônica. |
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| Autores: |
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Rebelatto, J. R. e Albuquerque, F.
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| Resumo: |
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O objetivo do presente estudo foi identificar a utilização de delineamentos de linha de base na área de Fisioterapia, em periódicos disponibilizados eletronicamente, e apontar as possibilidades de contribuição desses delineamentos para a produção do conhecimento científico em Fisioterapia. Para isso, foi realizada uma busca de artigos e publicações na Internet, em distintas bases de dados, buscadores e periódicos científicos relacionados à Fisioterapia, à Medicina e à Psicologia, em inglês, espanhol e português. Os títulos e os resumos dos trabalhos localizados foram lidos, analisados e categorizados por dois fisioterapeutas investigadores com conhecimento dos referidos idiomas. Os dados foram agrupados em função da base de dados, do periódico e do idioma utilizado e os resultados foram contrastados entre as áreas examinadas e com a produção científica sobre metodologia científica. Como resultado foi possível verificar que a utilização de delineamentos de linha de base em Fisioterapia é significativamente inferior à Psicologia e à Medicina e que a produção científica por meio desses delineamentos por investigadores de idiomas espanhol e português é nitidamente inferior aos de língua inglesa. Além disso, foram indicadas possíveis contribuições desse tipo de delineamento para a área. |
| Palavras-chave: |
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delineamento, metodologia, linha de base múltipla, conhecimento científico. |
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| Autores: |
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Rech, V. V. e Maldavsky, C. R.
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| Resumo: |
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Atualmente, os centros de terapia intensiva neonatal contam com importantes recursos tecnológicos para o atendimento de bebês pré-termos: ventilador mecânico, monitor cardiorrespiratório, entre outros. Assim, os bebês que necessitam de cuidados intensivos ou de manobras invasivas deverão se adaptar à realidade desse ambiente: sem o conforto dos braços maternos e sofrendo hiperestimulação com luzes, alarmes e manuseios da equipe de saúde. Este trabalho objetivou estudar o comportamento neonatal de prematuros que foram submetidos à ventilação mecânica (Grupo 2), comparados àqueles que não necessitaram desse processo (Grupo 1), e a interação com suas mães. Constituíram a amostra 17 prematuros do Grupo 1 e 17 do Grupo 2, internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal do Hospital Conceição da Criança, Porto Alegre, Brasil. A coleta de dados incluiu observações das mães com os bebês e avaliação do comportamento neonatal (Escala de Brazelton). A análise dos dados foi realizada pelos testes de comparação de médias de t-Student, coeficiente de correlação de Pearson e Qui-quadrado. Observou-se que os bebês do Grupo 1 tenderam a direcionar mais o olhar "face a face" (88,2%) do que os do Grupo 2 (47,1 %), com p 0,05. A média de maturidade motora foi maior (7,41) no Grupo 1 comparado ao Grupo 2 (6,65), com p 0,05, assim como também o número médio de visitas das mães aos bebês foi maior no Grupo 1 (p 0,05). Conclui-se que, ao restabelecer a interação mãe-prematuro, após a ventilação mecânica, o bebê retribui com melhor organização fisiológica, variado comportamento motor e atencional-interativo. |
| Palavras-chave: |
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prematuro, comportamento do lactente, relações mãe-filho, desenvolvimento infantil, terapia intensiva neonatal. |
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| Autores: |
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Rosário, J. L. R., Marques, A. P. e Maluf, A. S.
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| Resumo: |
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Embora os exercícios de alongamento sejam muito usados na Fisioterapia para corrigir ou prevenir desvios posturais, a literatura apresenta alguns pontos controversos. Foi realizada uma revisão de literatura com o objetivo de organizar e discutir as publicações mais recentes sobre alongamento quanto ao tipo, ao ganho de sarcômeros e viscoelasticidade, ao tempo de duração, à prevenção de lesões e à influência na postura. Foi possível concluir que as melhores opções são o alongamento estático segmentar, o global e a facilitação proprioceptiva neuromuscular; como efeito imediato do alongamento, o ganho de amplitude de movimento se deve à diminuição da viscoelasticidade, mas após um período de treinamento, deve-se ao ganho de sarcômeros em série; para alongamentos estáticos segmentares de curta duração em músculos saudáveis, o tempo ideal de alongamento está em torno de 30 segundos; e, segundo os estudos, o alongamento feito antes de uma atividade não previne lesões. Há muitas divergências nos resultados dos diferentes estudos, o que sugere a necessidade de padronização nas metodologias de futuros estudos. |
| Palavras-chave: |
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alongamento, flexibilidade, postura, exercícios. |
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| Autores: |
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Sakabe, D. L., Catai, A. M., Neves, V. F. C., Oliveira, L., Silva de Sá, M. F., Azevedo, G. D., GaBo Jr. L., Martins, L. E. B. e Silva, E.,
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| Resumo: |
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O controle autonômico do coração pode ser investigado a partir da análise da variabilidade da freqüência cardíaca (VFC). Sabe-se que o aparecimento de doenças cardiovasculares (DCV) em mulheres aumenta com a idade, principalmente após a menopausa, quando o risco torna-se similar ao observado em homens. Assim, o objetivo deste trabalho é analisar e comparar a VFC de homens de meia-idade e de mulheres pós-menopausa em condições de repouso. Foram estudados dois grupos saudáveis e sedentários, sendo 10 homens de meia-idade (52,6 ± 2,63 anos) e 10 mulheres pós-menopausa (56,8 ± 5,09 anos) que não faziam uso de terapia de reposição hormonal. A freqüência cardíaca e os intervalos R-R (iR-R) foram obtidos a partir de eletrocardiograma em tempo real, batimento a batimento, durante 6 minutos em condições de repouso, nas posições supina (S) e sentada (SE). Para análise da VFC foram calculados os índices RMSM e RMSSD dos iR-R em milissegundos (ms). Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas nos valores dos índices RMSM e RMSSD entre os homens e as mulheres e entre as posições supina e sentada de ambos os grupos. A redução da VFC observada em ambos os grupos estudados sugere similar decréscimo da modulação parassimpática sobre o coração, fato que pode contribuir para o aumento do risco de DCV observado nessa faixa etária em ambos os sexos. |
| Palavras-chave: |
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variabilidade da freqüência cardíaca, repouso, homens de meia-idade, mulheres pós-menopausa. |
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