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Revista Brasileira de Fisioterapia
Volume: 7 - 2003 Número: 3
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Sandoval-Ortiz, M. C., Mattiello-Rosa, S. M., Soares, E. G. e Parizotto, N. A.
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| Resumo: |
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Os efeitos do laser de baixa potência parecem não se limitar ao local da aplicação. Eles podem, por meio dos mediadores metabólicos, chegar a áreas mais distantes do corpo promovendo efeitos sistêmicos. O objetivo deste trabalho foi analisar as mudanças dos níveis de proteínas séricas, como uma forma de determinar um dos efeitos sistêmicos do laser de baixa potência. Trinta e seis coelhos machos foram induzidos a um processo inflamatório articular no joelho da pata direita com Terebinthina comum (Tc). Foram divididos aleatoriamente em 3 grupos, cada um com 12 animais, e subdivididos em grupos de 6 animais para receber as densidades energéticas diferenciadas de 3.4 J.cm-2e 8 J.cm-2. O grupo experimental agudo (GEA) iniciou o laser 48 horas após a injeção da Tc; o grupo experimental crônico (GEC) recebeu laser 5 dias depois da indução da inflamação; e o grupo controle, que não recebeu tratamento e foi subdividido, por sua vez, em 6 animais (GCA) que seguiram o mesmo esquema do GEA e outros 6 (GCC), o esquema do GEC. Também foi colhido o sangue de outros 30 animais normais para obter um grupo-padrão. Usou-se um laser com comprimento de onda de 830 nm e potência de 77 mW, aplicado durante 7 dias, uma sessão a cada 24 horas. O sangue foi processado para eletroforese. O modelo experimental foi adequado, uma vez que os animais dos grupos sob indução da inflamação se comportaram diferentemente do grupo-padrão. Nos animais com inflamação induzida, foram observadas as seguintes alterações: diminuição acentuada da albumina no GCC, aumento da α-globulina no GEA e da β-globulina nos GCA e GCC e elevação da γ-globulina no GCC. Poucas diferenças foram encontradas quando comparadas as duas doses de laser empregadas (3,4 e 8 J.cm-2). Os resultados indicam haver efeito sistêmico sobre as proteínas plasmáticas promovido pelo laser de baixa potência nesse modelo de inflamação articular induzida. |
| Palavras-chave: |
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laser de baixa potência, efeito sistêmico, proteínas plasmáticas. |
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| Autores: |
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Alonso, A.C., Greve, J. M. D., Macedo, O. G., Pereira, C. A. M. e Souza, P. C. M.
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| Resumo: |
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O objetivo deste trabalho foi avaliar os grupos musculares eversores e inversores do tornozelo e fazer uma comparação das respostas dinâmicas de força e potência entre os agonistas e antagonistas quanto à dominância e prática de futebol. Métodos: foram avaliados 30 indivíduos do sexo masculino de 17 a 20 anos, sem lesões, divididos em dois grupos: 15 atletas (categoria juniores) de futebol, idade 18,4 ± 0,8 anos, peso 65 ± 7,3 kg e altura 1,74 ± 0,05 me 15 não atletas (grupo controle) com idade de 17,6 ± 0,8 anos, peso 65,8 ± 15 kg e altura 1,72 ± 0,1 m pela dinamometria isocinética. Os parâmetros avaliados foram pico de torque (Newton metros - Nm), trabalho (joules - J) e potência (watts - W) nas velocidades angulares de 300/s e 1200/s. Resultados: a relação dos grupos musculares agonistas/antagonistas quanto à dominância e atividade futebolística não apresentou diferença significativa. As relações entre os grupos inversores/eversores do tornozelo ficaram próximas de 100%. |
| Palavras-chave: |
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avaliação, isocinética, tornozelo, futebol. |
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| Autores: |
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Davini, R. e Nunes, C V.
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| Resumo: |
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A diminuição da força muscular e subseqüente comprometimento da função motora, associados ao processo de envelhecimento, afetam diretamente a vida de indivíduos idosos, diminuindo suas habilidades em tarefas simples como caminhar e dificultando a realização de atividades de vida diária, comprometendo a qualidade de vida e a saúde mental dessa população. A participação regular em programas de exercícios físicos de força muscular (EFFM) causa respostas favoráveis que contribuem para um envelhecimento saudável. Há evidências de que a reeducação muscular realizada por meio da aplicação de exercícios físicos visando ao aumento da força muscular tem efeito positivo no sistema neuromuscular de indivíduos idosos. Estima-se que no ano de 2030 o número de indivíduos com 65 anos ou mais poderá chegar a 70 milhões em países desenvolvidos, e no Brasil projeções estatísticas para o ano de 2025 indicam que a população total aumentará 5 vezes em relação à de 1950, ao passo que a população acima de 60 anos terá aumentado cerca de 15 vezes. Dessa forma, quanto mais a expectativa de vida aumenta, mais importante se torna determinar a extensão e os mecanismos com os quais os EFFM podem melhorar as condições de saúde, a capacidade funcional, a qualidade de vida e a independência da população de idosos. Assim, este artigo tem por objetivos revisar os efeitos do processo de envelhecimento sobre o sistema neuromuscular e ainda destacar a importância da reeducação muscular realizada por meio da aplicação dos EFFM com o intuito de amenizar as alterações fisiológicas encontradas no sistema neuromuscular em decorrência do envelhecimento. |
| Palavras-chave: |
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envelhecimento, sistema neuromusculflr, exercício físico, hipertrofia muscular. |
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| Autores: |
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Teixeira-Salmela, L. F., Augusto, A. C. C., Silva, P. C., Lima, R. C. M. e Goulart, F.
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| Resumo: |
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O objetivo deste estudo foi avaliar o impacto de um programa de condicionamento aeróbio e fortalecimento muscular, utilizando a musculação como recurso, no desempenho motor de indivíduos hemiplégicos crônicos. Trinta participantes (17 homens e 13 mulheres) com média de idade de 56,36 ± 10,86 anos, com tempo médio de evolução pós-AVC variando de 1 a 14 anos, foram avaliados antes e após o treinamento. O programa de treinamento, de 30 sessões (3 vezes/semana), consistiu em sessões supervisionadas de exercícios subdivididas em períodos de aquecimento, exercícios aeróbios, fortalecimento por meio da musculação e resfriamento. Medidas de torque dos principais grupos musculares dos membros inferiores e tronco, de espasticidade do quadríceps, flexores plantares e flexores do cotovelo e punho e medidas de simetria foram utilizadas para avaliar o impacto do programa. Após o treinamento, foram observados valores de torque significativamente maiores que os iniciais em todos os grupos musculares avaliados, sendo os ganhos observados no lado afetado (35,85%) maiores que os do lado não afetado (27,42%), sem aumento concomitante do grau de espasticidade. Além disso, foi observada melhora significativa (p = 0,019) na simetria na posição ortostática. A musculação mostrou-se alternativa viável na melhora do desempenho motor em pacientes hemiplégicos crônicos. |
| Palavras-chave: |
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AVC, fortalecimento muscular, espasticidade, musculação, hemiplegia, condicionamento aeróbio. |
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| Autores: |
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Domingos-Benício, N. C., Gastaldi, A. C., Perecin, J. C., Avena, K. M., Guimarães, R.C., Sologuren, M. J. J. e Lopes-Filho, J. D.7
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| Resumo: |
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Estudos anteriores demonstraram que a obesidade oferece sobrecarga mecânica ao sistema respiratório e que, diante disso, algumas pessoas aumentam a atividade dos músculos inspiratórios. Entretanto, poucos estudos relacionaram o peso corporal com as pressões respiratórias. Este estudo analisou a influência do peso corporal na força dos músculos respiratórios correlacionando índice de massa corpórea (IMC), porcentual de gordura e relação cintura/quadril (RC/Q) com as medidas de pressões respiratórias (PIMÁx e PEMÁx) em três diferentes posições corporais. Quarenta e seis universitários sedentários, idades entre 20 e 40 anos, foram distribuídos em cinco grupos, baseados no IMC. Foram mensuradas pregas cutâneas e RC/Q; as medidas de PIMÁx e PEMÁx foram realizadas nas posições sentada, deitada e em pé. Os valores obtidos de PIMÁx e PEMÁx não foram diferentes daqueles previstos por Black & Hyatt. Na posição deitada, os valores de PIMÁx foram menores que nas posições sentada e em pé, enquanto os valores de PEMÁx foram menores na posição sentada que em pé (p < 0,05). Não foram observadas correlações entre os valores de PIMÁx e PEMÁx e o IMC em nenhuma das posições. Foram encontradas, nas mulheres, correlações positivas entre medidas de PIMÁx e pregas subescapular na posição sentada (r = 0,40) e coxa nas posições deitada e em pé (r = 0,44 e 0,51, respectivamente). Não foram encontradas correlações entre os valores de PEMÁx e as pregas cutâneas e entre os valores de PIMÁx e PEMÁx e a RC/Q. Conclui-se que a força muscular respiratória, avaliada por PIMÁx e PEMÁx de obesos, encontra-se dentro da normalidade. Novos estudos são necessários, ampliando a população estudada e os métodos de avaliação. |
| Palavras-chave: |
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obesidade, índice de massa corpórea, função pulmonar, força muscular respiratória. |
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| Autores: |
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Ramos, E. M. C., Ramos, D., Jardim, J. R. B., Faresin, S. M., Saldiva, P. H. N., Machione, M. e Tigre, E.
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| Resumo: |
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É comum na fisioterapia respiratória a utilização das manobras de higiene brônquica, no entanto, ainda não está bem claro o melhor protocolo de atendimento, visto que os efeitos isolados de cada manobra necessitam ser mais explorados, inclusive com métodos de análise da transportabilidade do muco brônquico. Este estudo analisou amostras de muco brônquico expectorado por 12 bronquiectásicos submetidos à drenagem postural isolada e associada à tapotagem e à técnica de expiração forçada. Para analisar a transportabilidade foi realizada a mensuração do ângulo de adesão, do deslocamento do muco na máquina da tosse e da velocidade relativa de transporte no palato de rã, além do peso úmido e da relação peso seco/peso úmido do muco. Houve forte tendência de remoção de maior quantidade de secreção após drenagem postural isolada e associada à tapotagem, além da tendência de remoção de secreção com menor teor líquido após duas sessões (50 minutos) de drenagem postural associada à tapotagem. O ângulo de adesão do muco removido após 80 minutos da conduta CONT foi menor (p < 0,05) e, próximo da normalidade, de fácil remoção, Neste caso, considerando que as demais manobras não contribuem para a piora das qualidades físico-químicas do muco, e que os tempos iniciais das condutas não apresentaram diferenças estatísticas, o muco expectorado por essas manobras apresentou ângulo distante da normalidade, sugerindo que em todos os tempos das condutas estudadas o muco expectorado apresentou pior perfil reológico, isto é, de difícil remoção, e somente pela aplicação das mesmas esse muco pôde ser removido. |
| Palavras-chave: |
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muco brônquico, tapotagem, tosse, percussão, drenagem postural. |
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| Autores: |
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Duarte, F.O., Sene, M. O., Oishi, J. C., Bidinotto, P., Feres, S. E. A., Moraes, G. e Dâmaso, A. R.
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| Resumo: |
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Sabe-se que o sedentarismo, associado a uma dieta não balanceada, tem grande importância para o desenvolvimento de doenças crônico degenerativas. Por outro lado, o exercício físico tem sido um meio utilizado para o controle dessas doenças. Entretanto, pouco foi relatado sobre os efeitos do exercício de "final de semana" no controle das dislipidemias. Assim, o objetivo deste estudo foi observar respostas adaptativas ao exercício de final de semana sobre o metabolismo das lipoproteínas em ratos machos alimentados com dieta hiperlipídica. Foram divididos em grupos 96 ratos machos adultos: dieta normocalórica (N) e hipercalórica (H); sedentário (S); treinado contínuo (TC) e treinado de "fim de semana" (TFS), 5 e 2 sessões semanais/90 minutos/dia, respectivamente, por natação. Durante todo o período experimental foram controlados: o peso e o consumo alimentar em gramas. Foram coletados, pesados e congelados o plasma (P), os tecidos adiposos brancos retroperitoneal (RET) e epididimal (EPI), tecido adiposo marrom (TAM), músculo gastrocnêmio (GAST), fígado (FIG) e coração (COR), para posteriores análises. Foram considerados significativos os valores de p ≤ 0,05 a partir da análise de variância "Anova Tree Way". O treinamento de "final de semana" promoveu diminuição significativa nos triglicerídeos plasmáticos em animais hipercalóricos (SH 180,7 ± 13,9 vs TFSH 97,2 ± 8,3*). Os dois tipos de treinamento foram importantes no controle das dislipidemias em ratos alimentados com dieta hipercalórica, sendo observado aumento na concentração de HDL colesterol em relação aos respectivos animais sedentários (SH 26,5 ± 2,0 vs TCH 35,7 ± 6,2* e TFSH 37,1 ± 1,2*). |
| Palavras-chave: |
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ratos, exercício de "final de semana", obesidade, dislipidemias, dieta normocalórica, dieta hipercalórica. |
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| Autores: |
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Viana, S. O., Morato, L. G., Makino, A. T., Sampaio, R. F. e Bonfim, H. C.
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| Resumo: |
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Em 1999, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) criou o Serviço de Atenção à Saúde do Trabalhador (SAST Pampulha). O presente estudo objetivou descrever o perfil e avaliar a satisfação dos servidores que receberam tratamento fisioterapêutico no SAST no período de julho de 1999 a junho de 2002. Para caracterizar a clientela atendida na fisioterapia, elaborou-se um protocolo contendo variáveis relacionadas às características sócio-demo gráficas, ocupacionais e clínicas dos trabalhadores. Para avaliar a satisfação, foi criado um questionário com 18 questões de múltipla escolha relacionadas ao ambiente físico do serviço, ao profissional, ao tratamento e às expectativas do paciente; e uma questão aberta para o entrevistado expor suas críticas e sugestões. Desde a criação do SAST Pampulha, em 1999, até junho de 2002, 307 trabalhadores procuraram o serviço de fisioterapia. Deste total, 149 concluíram o tratamento e receberam alta, 76 abandonaram o serviço, 39 foram somente avaliados e 43 não participaram do estudo. Dos 264 casos estudados, 103 (40%) eram trabalhadores de serviços administrativos e 197 apresentaram diagnóstico clínico de doença osteomuscular, sendo que as dorsalgias foram responsáveis por 20% dos casos (n = 54). A análise da satisfação foi realizada separadamente, a partir da comparação de dois grupos de trabalhadores, equivalentes quanto ao sexo, idade e escolaridade, de acordo com a conclusão do tratamento (alta e abandono). A relação terapeuta-paciente parece ter sido o fator que mais motivou o abandono do tratamento, ocasionando a insatisfação com os resultados do mesmo. Espera-se que os resultados deste estudo possam contribuir para a adequação da dinâmica de funcionamento do serviço e servir de base para o planejamento e a estruturação de outros serviços de fisioterapia voltados para a atenção à saúde do trabalhador. |
| Palavras-chave: |
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fisioterapia, saúde do trabalhador, satisfação do paciente.
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| Autores: |
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Perecin, J. C., Domingos-Benício, N. C., Gastaldi, A. C., Sousa, T. C., Cravo, S. L. D. e Sologuren, M. J.J
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| Resumo: |
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O teste de caminhada freqüentemente é utilizado para demonstrar os efeitos das doenças cardiovasculares e respiratórias sobre a capacidade física, como também para determinar os efeitos de tratamentos aplicados. Participaram do estudo 46 pessoas, divididas em 5 grupos por faixa de IMC. O grupo 1 foi constituído por 18 pessoas com IMC de 20 a 24,9 kg/m2; o grupo 2, por 12 pessoas com IMC de 25 a 29,9 kg/m2; o grupo 3, por 6 pessoas com IMC de 30 a 34,9 kg/m2; o grupo 4, por 1 pessoa com IMC de 35 a 39,9 kg/m2; e o grupo 5, por 9 pessoas com IMC > 40 kg/m2. Os voluntários realizaram um total de quatro testes de caminhada, de forma padronizada com acompanhamento do avaliador durante a caminhada. Os resultados mostraram que no 4º teste a distância percorrida foi maior que no 1º teste (p< 0,01); no intervalo de tempo de O a 2 minutos, a distância caminhada foi maior que nos demais intervalos de tempo (p< 0,01); com o aumento do peso corporal houve diminuição da distância caminhada (p < 0,01), em média, distância caminhada de 760 m ± 50,6 m (grupo 1),731 m ± 71,9 m (grupo 2), 680 m ± 56,7 m (grupo 3), 663 m (grupo 4) e 596 m ± 61,8 m (grupo 5). O porcentual de gordura foi a medida antropométrica que melhor se correlacionou com distância caminhada (r = ?0,85 e p < 0,05), seguido pelo índice de massa corporal (r = -0,65); e pela relação cintura/quadril (r = -0,56), somente para o sexo masculino. Conclui-se que o aumento do peso corporal interfere na capacidade física, diminuindo a distância caminhada; no intervalo de tempo de 0 a 2 minutos, ocorre o melhor desempenho físico; o efeito aprendizado influencia a distância percorrida; e o porcentual de gordura é a medida antropométrica que melhor se correlaciona com distância percorrida. |
| Palavras-chave: |
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desempenho físico, teste de caminhada de seis minutos, obesidade, fisioterapia. |
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| Autores: |
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Fonseca, S. T., Ocarino, J. M., Silva, P. L. P., Lage, C. A., Guimarães, R. B. e Oliveira, M. T. C.
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| Resumo: |
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Lesões do ligamento cruzado anterior (LCA) podem resultar em instabilidade funcional em alguns indivíduos, enquanto outros retomam ao nível funcional pré-lesão. A relação da propriocepção com o desempenho funcional de indivíduos com LCA lesado não está bem evidenciada na literatura. Os objetivos deste estudo foram: (1) comparar a propriocepção de indivíduos com e sem lesão do LCA por meio da avaliação do senso posicional e limiar de percepção de movimento e (2) verificar se há associação entre o desempenho funcional e a acuidade proprioceptiva desses indivíduos. Participaram do estudo dez sujeitos (idade média = 24 anos) com lesão unilateral do LCA tratada conservadoramente e dez sem história de lesão. A propriocepção foi avaliada por meio dos testes de senso posicional e limiar de percepção de movimento. O desempenho funcional foi avaliado pela Escala Funcional de Cincinatti, Hop Index e razão figura oitollinha reta. Os dados foram avaliados por uma análise de variância fatorial com fator de medida repetida, testes T e por modelos de regressão Stepwise. Os resultados demonstraram que os sujeitos com lesão apresentaram pontuação na escala de Cincinatti significativamente inferior ao grupo controle (p = 0,001). Não foi observada diferença significativa entre grupos ou entre pernas para senso posicional e limiar de percepção de movimento. Nenhuma diferença significativa foi encontrada entre grupos para o Hop Index e razão figura oitollinha reta. Apenas a variável limiar de percepção de movimento foi selecionada pelo modelo de regressão para explicar o Hop Index (r = 0,643; R2 = 0,413; p = 0,045). Os resultados mostram que indivíduos com LCA lesado não operado e com bom desempenho funcional não apresentam déficit proprioceptivo, sugerindo que mecanorreceptores ligamentares não exercem papel primário na propriocepção. Além disso, a propriocepção parece não ter impacto direto no desempenho funcional desses indivíduos |
| Palavras-chave: |
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joelho, propriocepção, ligamento cruzado anterior, desempenho funcional. |
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| Autores: |
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Navega, M. T., Aveiro, M. C. e Oishi, J.
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| Resumo: |
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Este trabalho teve por objetivo propor, aplicar e analisar os efeitos de um programa de atividade física no equilíbrio, estatura, força muscular, tolerância ao exercício e flexibilidade de mulheres com diagnóstico densitométrico de osteoporose. Foram selecionadas 17 mulheres voluntárias (67,3 ± 3,68 anos), que foram submetidas a uma avaliação física. A cada um mês e meio, o grupo passou por reavaliação. O programa de atividade física foi orientado por fisioterapeuta, durante 3 meses, 3 vezes por semana, durante 60 minutos. Cada sessão foi constituída por alongamentos gerais e 20 minutos de caminhada e exercícios em cadeia cinética aberta para fortalecimento dos músculos extensores e flexores do joelho, utilizando-se de 50% a 75% das 10 repetições máximas (10RM). Os dados foram analisados estatisticamente por meio dos testes não paramétricos ANOVA de Friedman e de WiIcoxon. As variáveis referentes à tolerância ao esforço físico, equilíbrio, flexão anterior do tronco e torque dos músculos extensores e flexores do joelho apresentaram melhora significativa (p ≤ 5 0,05). A estatura das voluntárias não apresentou aumento significativo. Desta forma, os resultados obtidos neste trabalho permitem concluir que o programa de atividade física empregado foi eficaz para aumentar a tolerância ao esforço físico, o equilíbrio, a flexibilidade e o torque dos músculos extensores e fIexores do joelho, sugerindo ser um treinamento eficaz e seguro para mulheres com osteoporose. |
| Palavras-chave: |
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osteoporose, exercícios físicos, fortalecimento muscular, fisioterapia. |
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| Autores: |
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Rodrigues, F. L., Vieira, E. R., Benze, B. G. e Coury, H. J. C. G.
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| Resumo: |
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A elevada incidência de desordens lombares representa altos custos pessoais e sociais para o Estado. O movimento extremo de flexão lombar é fundamental para o desenvolvimento e agravamento da dor nessa região. Desta forma, a quantificação precisa desse movimento é importante para prevenção e tratamento dessas desordens. O propósito deste trabalho foi avaliar a confiabilidade paralela do duplo flexímetro (FLM) da marca FLEXIMETER® por intermédio da utilização de um eletrogoniômetro (EGM) flexível, considerado altamente preciso, durante as medidas do movimento de flexão anterior da coluna lombar. Foram estudados doze sujeitos saudáveis (sexo masculino; idade média de 21,2 anos; altura média de 1,73 m; massa corporal média de 72,3 kg; IMC entre 20 e 30 kg/m2). Após triados por uma avaliação postural, os sujeitos foram familiarizados com a situação de teste e preparados para a coleta. Três posições preestabelecidas ao longo do movimento de flexão anterior da coluna lombar (15°, 30° e 45°) foram registradas pelo EGM e utilizadas como parâmetro para as medidas efetuadas simultaneamente com o duplo fIexÍmetro. Os resultados do teste t emparelhado para as médias dos valores angulares do FLM mostraram os p-valores 0,0052, 0,048 e 0,17, respectivamente, para as posições 15°, 30° e 45° registradas pelo EGM. Apenas para o ângulo de 45° (p > 0,05) as medidas registradas pelos dois aparelhos foram equivalentes e, portanto, confiáveis. Apesar de a confiabilidade do FLM tender a aumentar com o aumento da amplitude de movimento, de maneira geral, o FLM da marca FLEXIMETER não pode ser considerado confiável para a amostra estudada. |
| Palavras-chave: |
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flexímetro, eletrogoniômetro, flexão do tronco e confiabilidade paralela. |
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