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Revista Brasileira de Fisioterapia
Volume: 1 - 1996/1997 Número: 2
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| Autores: |
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U.F. Ervilha e RC.Araujo
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| Resumo: |
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O presente trabalho propõe-se à realização de um estudo das provas cronaximétricas, onde foram estabelecidos intervalos correspondentes a diferentes graus de inervação. As cronaxias foram obtidas no ponto motor de cada músculo examinado, com a técnica monopolar, sendo o eletrodo ativo em forma de caneta e o passivo em forma de placa. Para tanto foram realizadas três etapas de estudo: I) determinação de um intervalo cronaximétrico representativo de indivíduos sadios, onde foram obtidos 84 valores amostrais de oito indivíduos voluntários; 2) análise de cronaxias de 11 músculos de cinco indivíduos que sofreram lesão nervosa periférica há um tempo superior a três anos, sem evolução clínica, representando lesões nervosas graves e irreversíveis; 3) estudo da cronaxia de 30 músculos de cinco indivíduos acometidos por lesão nervosa periférica com menos de dois anos de instalação do quadro, totalizando 30 valores de cronaxia. Essa diferença na amostra deveu-se à maior ou menor facilidade de selecionar indivíduos voluntários para o presente experimento. Os resultados evidenciam que os indivíduos com músculos íntegros apresentam valores cronaximétricos distribuídos numa curva gaussiana num intervalo de 0,05 a 0,30 ms com nível de confiança de 99%. Já não se pode afirmar exatamente qual é o grau preciso de lesão dos quadros rujas cronaxias estejam entre 1,5 e 20,0 ms e o termo lesão moderada pode ser demasiadamente abrangente para estabelecer o real prognóstico. Já os indivíduos com tempo de lesão superior a três anos, e sem melhora clínica, apresentaram valores de cronaxia superiores a 30 ms, demonstrando compatibilidade entre o alto valor cronaximétrico e a ausência de movimento e sensibilidade, obtidas através de exame clínico. |
| Palavras-chave: |
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cronaxia, eletrodiagnóstico, fisioterapia, lesões nervosas periféricas. |
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| Autores: |
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V.C. Dionísio e G.A. Pini
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| Resumo: |
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Este trabalho apresenta uma revisão atualizada da literatura a respeito da lesão do Ligamento Cruzado Anterior e seu tratamento, abordando desde a fisiologia articular, mecanismo de lesão, diagnóstico, reconstrução ligamentar e tratamento fisioterápico, sendo estes últimos com ênfase a partir da técnica de Dejour, atualmente a mais utilizada pelos cirurgiões devido às características favoráveis de resistência e cicatrização do enxerto. A reabilitação é abordada com análise de vários protocolos de tratamento, seus resultados e diferenças, buscando um melhor entendimento com bases no conhecimento científico. |
| Palavras-chave: |
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reabilitação, ligamento cruzado anterior, lesão. reconstrução. |
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| Autores: |
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E.C. Ribeiro
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| Resumo: |
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Através de uma breve revisão bibliográfica e estudo da relação da fisioterapia respiratória e a fisiologia pulmonar, pode-se chegar a alguns critérios para a seleção do posicionamento corporal que beneficie a função pulmonar, acentuando, desta forma, a resposta terapêutica dos recursos fisioterapêuticos empregados. O posicionamento corporal pode corrigir as irregularidades da distribuição da ventilação e perfusão, favorecendo a ocorrência das trocas gasosas. Os recursos fisioterapêuticos também visam melhorar a ventilação alveolar, mantendo as vias aéreas permeáveis e com volume aéreo adequado. Por isso, a associação dessas condutas, ou seja, o posicionamento corporal e as técnicas de fisioterapia respiratória proporciona uma abordagem mais fisiológica e com melhor resultado terapêutica em afecções como Síndrome da Angústia Respiratória do Adulto (SARA), derrame pleural, DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) e cirurgia torácica. |
| Palavras-chave: |
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posição corporal, função pulmonar, fisioterapia respiratória. |
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| Autores: |
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A. De Vitta
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| Resumo: |
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O objetivo do presente trabalho foi verificar a correlação entre as variáveis epidemiológicas estudadas (tipo de ocupação, a idade e o sexo) e a Lombalgia. Examinaram-se 150 fichas de indivíduos assistidos em 13 setores de atendimento fisioterápico, das quais foram coletados dados relativos à categoria profissional, idade e sexo. Através do teste do Qui-quadrado (x2) foi verificado o tipo de relação entre a Lombalgia e as variáveis estudadas. Como resultado evidenciou-se que: a Lombalgia pode ser gerada tanto pelo trabalho fisico leve quanto pelo trabalho fisico pesado; esta patologia acomete tanto indivíduos nas faixas etárias avançadas quanto jovens e; acomete os dois sexos, mas com maior freqüência o masculino.
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| Palavras-chave: |
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fatores de risco, lombalgia, epidemiologia, ocupação, prevenção. |
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| Autores: |
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D. Costa, M. Jamami I, LB.T. Soares, J.M. Pinto e J. Oishi
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| Resumo: |
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O objetivo deste estudo foi associar a técnica de avaliação espirométrica à das pressões respiratórias máximas (PImáx e PEmáx) e verificar a eficácia dessas técnicas como métodos auxiliares na avaliação respiratória de pacientes com miopatias hereditárias e, com isso, melhor elucidar o prognóstico e planejamento de um programa de tratamento físico desses pacientes, especialmente no que se refere ao seu sistema respiratório. Estudaram-se 12 pacientes com miopatias hereditárias, na faixa etária de 7 a 55 anos, os quais foram submetidos aos testes espirométricos e às Plmáx e PEmáx. Na maioria desses pacientes os resultados desses testes indicaram valores abaixo do previsto, especialmente na Plmáx e PEmáx, onde 67% deles obtiveram um valor menor que 50% do esperado. Nos valores da Ventilação Voluntária Máxima (VVM), 33% desses pacientes apresentaram resultados abaixo de 50% do previsto e, na Capacidade Vital Forçada (CVF), Volume Expiratório Forçado no 1º segundo (VEF1) 25% deles apresentaram valores abaixo de 50% do previsto. Detectou-se ainda, diferenças significativas (p ≤ 0.05) entre as médias do percentual dos valores previstos dessas variáveis, de forma que a PEmáx e Plmáx foram menores que a CVF, VEF1, VVM, Pico de Fluxo (PF) e Capacidade Vital (CV), as quais foram inferiores ao índice de Tiffeneau. No que diz respeito à faixa etária constatou-se uma discreta diminuição nos valores da maioria dessas variáveis nos pacientes com mais idade. Com base nesses resultados considera-se que as medidas da força muscular respiratória associadas com a espirometria podem contribuir para melhor elucidar o quadro de disfunção de pacientes com miopatias hereditárias. |
| Palavras-chave: |
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espirometria, Plmáx, PEmáx, miopatias hereditárias, músculos respiratórios. |
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| Autores: |
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R. Guirro, D. Elias, F. Serrão e A.J. Bucalon
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| Resumo: |
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Diferentes metodologias para a aferição dos aparelhos de ultra-som terapêutica (UST) são disponíveis desde a década de 20. As metodogias alternativas não foram incorporadas como rotina pelos usuários de ultra-som terapêutica até a presente data. Atualmente, há necessidade de adoção de uma metodologia que possibilite a quantificação da energia ultra-sônica, uma vez que vários autores destacam a grande discrepância entre a intensidade indicada no painel do aparelho e a intensidade emitida pelo transdutor. Em razão dessa necessidade, propôs-se o desenvolvimento de um método para a análise quantitativa da energia ultra-sônica através de balança semi-analítica. Para tanto, realizou-se a aferição de um aparelho em balança de pressão de radiação (modelo UPM- DT-1 digital, Ohmic lnstruments CO) com posterior calibração do mesmo. Numa fase seguinte, a energia ultra-sônica desse aparelho foi mensurada na balança semi-analítica. Como resultado obteve-se o valor de 0,085 gramas para a potência de 1,0 W, o qual permanece linear para as potências superiores. Conclui-se que se trata de uma metodologia acessível ao usuário de UST, permitindo assim a quantificação da energia ultra-sônica. |
| Palavras-chave: |
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dosimetria, ultra-som terapêutica, balança semi-analítica. |
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